23 de mai. de 2013
1 de mai. de 2013
São José Operário
Não importa a tarefa que lhe cabe, cumpre-a com alegria e faça sempre bem feito, dê o melhor de si, e assim, alcançarás reconhecimento sem necessidade de gritar por isso.
Quando colocamos nossa disposição em uma tarefa, e trabalhamos empenhados de verdade, o trabalho flui melhor, o ambiente vai melhorando à cada dia, como se a nossa dedicação, a nossa alegria, fosse um filtro enorme que tirasse do ambiente as energias negativas, a competição, a inveja desmedida.
Por isso, se tens que varrer, varra, e se preciso for, varra duas vezes, para que o serviço fique perfeito.
Se for para lavar, lave bem lavado, e na hora de passar, passe como se o fizesse para o Rei.
Se for para lavar, lave bem lavado, e na hora de passar, passe como se o fizesse para o Rei.
Não importa o seu cargo, o seu local de trabalho, importa sim, a sua disposição de "bem fazer", isso garante empregos, renova as atividades profissionais, faz crescer economias, gera lucros e traz dividendos, que são de todos aqueles que compõem a grande família humana.
Por isso, não te revoltes com o companheiro de trabalho, com a rispidez de um chefe mal-humorado, de um patrão que não lhe deu atenção, serve com dedicação, não olhe para os obstáculos, proponha mudanças, tenha sempre uma sugestão de como melhorar os processos, as vendas, e não deixe nunca de fazer uma oração sincera, pelo local de trabalho, pelos companheiros de luta e pela sua própria condição, assim, Deus abençoa a sua vida como um todo, não em partes, e seu trabalho terá uma bênção especial, que faz transformar o que tocas em ouro, não o ouro do metal, mas o ouro eterno do dever cumprido.
(Paulo Roberto Gaefke)
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São José Operário
28 de mar. de 2013
Onde está o corpo de Jesus?
Com surpresa, Maria descobre que o túmulo está aberto e vazio; os panos que cobriram o corpo de Jesus estavam lá dentro, uns pelo chão e outros, dobrados num lugar à parte. Ela se desespera: Quem levou o corpo de Jesus! Onde o puseram? Correu e foi avisar Pedro e João. Os dois correram ao túmulo e viram que era assim mesmo: o corpo de Jesus não estava mais lá. Onde será que foi parar? Quem o teria levado?
Eis a primeira constatação a respeito da ressurreição de Jesus: o túmulo vazio, o lençol mortuário abandonado. E Jesus mesmo, onde estava? Para alguns, tudo o que se fala sobre a ressurreição de Jesus não passa disso e acaba na dúvida: sumiram com o corpo de Jesus? Talvez ele mesmo nem tinha morrido, acordou durante a noite, saiu do túmulo, de fininho, sumiu sem deixar pista? Alguém até disse que sabia onde Jesus foi parar: em algum oásis bonito no deserto distante; lá, finalmente casado com Maria Madalena, teria vivido em paz e morrido de velho, sem mais ser incomodado, nem incomodar ninguém... Historinhas, como essa, já inventaram nos primeiros tempos do Cristianismo aqueles que negavam a ressurreição de Jesus. Hoje há quem as ache bonitas e as reconta como se fossem a última verdade sobre Jesus!
Onde foi parar o corpo de Jesus, se não estava mais no túmulo? Vamos ouvir Maria Madalena, João e Pedro, os outros apóstolos, Tomé, por exemplo; sem esquecer de ouvir Paulo. Eles até esqueceram o túmulo vazio, os panos mortuários... É que Jesus, em pessoa, foi ao encontro deles! Estava vivo e lhes falava de novo, nem podiam acreditar! Duvidaram, resistiram, negaram-se a crer no que viam diante de si e ouviam com seus ouvidos. Mas era Jesus, o mesmo que eles tinham conhecido antes e acompanhado durante anos, cujas pregações e prodígios testemunharam! O mesmo que eles viram ser condenado à morte de cruz, poucos dias antes! Por que agora lhes custava tanto crer, que era ele? Vieram-lhes à mente suas próprias traições do Mestre? Suas fugas e covardias diante da prisão e condenação de Jesus à morte?
Mesmo não querendo crer, não puderam negar: era mesmo Jesus, que estava diante deles. Viram e creram E Jesus lhes falou, abriu-lhes o entendimento, deu-lhes a paz, não lhes cobrou nenhuma de suas infidelidades. E eles se alegraram muito “por ver o Senhor”. E contaram para quem faltou aos encontros: “vimos o Senhor. Simão também viu!”. E concluíram que até as histórias contadas por Maria Madalena e suas companheiras eram verdadeiras (testemunho de mulher não contava!); foram as primeiras que encontraram o Senhor ressuscitado!
Hoje andam dizendo por aí que o Santo Sudário, de Turim, seria considerado, “pelos crentes, a relíquia mais valiosa e legítima da Cristandade”; e também, que o Sudário teria sido o trunfo inicial mais poderoso para afirmar a fé na ressurreição de Jesus; e que a posse e referência ao Sudário teria tido um papel decisivo na grande difusão inicial do Cristianismo; mesmo ao longo dos séculos, ele teria sido uma espécie de garantia para afirmar a ressurreição de Jesus... Isso não é verdade! A história não confirma essas suposições, em cima das quais constroem-se argumentos e raciocínios que, geralmente, acabam concluindo que a fé dos cristãos na ressurreição de Jesus é pura fantasia, que deve ser descartada por pessoas inteligentes e sérias, com formação científica moderna!
E se fosse demonstrado definitivamente que o Santo Sudário é uma falsificação? Acabaria nossa fé na ressurreição? A resposta é: não! Nossa fé em Cristo ressuscitado não está baseada no Santo Sudário, por mais preciosa relíquia que possa ser. Nossa fé em Cristo ressuscitado está baseada nos encontros – vários encontros – do próprio Jesus ressuscitado com seus discípulos, como nos atestam os testemunhos do Novo Testamento. Esta fé foi contestada desde o início, negada, sofrida, em todas as épocas da história; não apenas agora. Mas a Igreja nunca abandonou o testemunho daqueles que viram Jesus!
A ressurreição de Jesus, porém, não é um fato isolado na pregação dos apóstolos. O anúncio do Senhor ressuscitado, unido à recordação de toda a vida, pregação, prodígios, do jeito de Jesus, da sua paixão, morte e sepultura, constituem o objeto do “testemunho apostólico”. É sobre esse testemunho apostólico que está baseada a fé da Igreja. A esse conteúdo também está referida a nossa fé, que renovamos mais uma vez na noite da Páscoa. Como fazemos em cada Domingo, Dia do Senhor ressuscitado, continuando a proclamar: Ele está vivo, no meio de nós!
Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo (SP)
Fonte: CNBB
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Onde está o corpo de Jesus?
SEXTA-FEIRA SANTA
Jo 18,17-22 Jesus crucificado é o verdadeiro Cordeiro pascal:
Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado "Calvário", em hebraico "Gólgota". Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito: "Jesus, o nazareno, o rei dos judeus". Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: Não escrevas "o rei dos judeus", mas sim o que ele disse: "Eu sou o rei dos judeus". Pilatos respondeu: O que escrevi, está escrito. - Palavra da Salvação.
A cruz que era motivo de desonra, símbolo da desgraça, passa a ser sinal de glória, verdadeiro e definitivo sacrifício pascal. Jesus o Cordeiro glorioso que se deixa sacrificar, traz a salvação tão esperada, a justificação para toda a humanidade, a cruz de Jesus agora é o sinal da aliança definitiva com Deus. A cruz que antes representava um fim drástico passa a ser um inicio vitorioso.
Ø“Se alguém quer seguir-Me, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me”. (Mt 16,24) Estamos nós assumindo a nossa cruz, ou sentimos o forte desejo de serrá-la um pouco a cada dia?
Texto: Ricardo e Marta
Comunidade São Paulo Apóstolo
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SEXTA-FEIRA SANTA
Quinta-feira Santa
Quinta-feira Santa
O
lava-pés é um rito litúrgico, realizado na 5ª feira santa.
Este
rito, repete o gesto de Jesus que, na última ceia lavou os pés de seus
discípulos em sinal de serviço e de amor.
O
lava-pés era muito usado no tempo de Jesus e até mesmo antes do seu nascimento.
Era
um trabalho humilde, feito por escravos, que consistia em lavar os pés dos
patrões da casa e daqueles que chegavam de viagem.
Não
raro, esse trabalho era considerado humilhante a ponto de ser designado como
castigo a algumas pessoas que cometiam algum delito legal.
Jesus,
ao realizar este gesto, coloca-se como escravo, o que fez Pedro reagir diante
de Jesus não querendo admitir, de modo algum, que o Mestre se rebaixasse comoescravo
diante dele.
Olhando
o conceito que as pessoas, do tempo de Jesus, tinham desse gesto do lava-pés,
compreendemos o alcance e o significado do gesto de Jesus.
Na
Quinta-Feira Santa celebra-se a Instituição da Eucaristia e o Lava-Pés.
A Instituição da Eucaristia ocorreu quando Jesus comemorava a Páscoa dos Judeus (Pessach) juntamente com seus doze apóstolos.
A Instituição da Eucaristia ocorreu quando Jesus comemorava a Páscoa dos Judeus (Pessach) juntamente com seus doze apóstolos.
Sabendo
que já havia sido traído por um de seus amigos e que se aproximava a hora de
sua morte, Jesus partiu o pão, deu graças e o entregou aos discípulos dizendo:
"Tomai todos e comei, isto é o meu corpo que será entregue por vós".
"Tomai todos e comei, isto é o meu corpo que será entregue por vós".
E do mesmo modo, no final daquela ceia, Jesus pegou o cálice com vinho, rendeu graças e o entregou aos discípulos dizendo: "Tomai e bebei. Este é o cálice do meu sangue. O sangue da nova e eterna aliança que será derramado por vós e por todos para a remissão dos pecados".
E disse também
"Fazei isto em memória de mim"
Ainda durante a ceia, Jesus levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discipulos.
O
serviço de "lavar os pés" cabia aos escravos daquela época, quando
seus senhores chegavam com os pés sujos da poeira da estrada.
Com o gesto semelhante ao dos escravos, Jesus se faz servo, apesar de ser Filho de Deus.
Com o gesto semelhante ao dos escravos, Jesus se faz servo, apesar de ser Filho de Deus.
Isso
aponta para o compromisso cristão de servir aos necessitados, mesmo que a
humilhação se faça necessária.
Pesquisa realizada por:
Serginho Valle
Serginho Valle
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Quinta-feira Santa
18 de jan. de 2013
5 de jun. de 2012
DEVOÇÃO AO SACRATÍSSIMO CORAÇÃO DE JESUS
DEVOÇÃO AO SACRATÍSSIMO CORAÇÃO DE JESUS
A SANTÍSSIMA TRINDADE TEM CORAÇÃO : O DE JESUS
JESUS, MANSO E HUMILDE DE CORAÇÃO, FAZEI O NOSSO CORAÇÃO SEMELHANTE AO VOSSO
O catecismo da Igreja Católica nos ensina que o Sagrado Coração de Jesus “é considerado o principal sinal e símbolo daquele amor com o qual o divino Redentor ama ininterruptamente o Pai Eterno e todos os homens” (478). Este Sagrado Coração é o Cristo por dentro : manso, humilde, misericordioso, fornalha ardente de amor. É o Coração do Bom Pastor, do pai dos filhos pródigos de todos os tempos.
Em 27 de dezembro de 1773, no Mosteiro da Visitação de Paray-le Monial, na França, Jesus manifestou seu Sagrado Coração – cercado de chamas e rodeado por uma coroa de espinhos, traspassado por uma profunda ferida, todo ensangüentado e encimado por uma cruz – a irmã Margarida Maria de Alacoque, e fez-lhe doze grandes promessas, sendo a maior assim narrada pela humilde religiosa : “eu te prometo na infinita misericórdia do meu Coração que concederei oportunidade de arrependimento final a todos os que comungarem na primeira sexta-feira, em nove meses consecutivos. Eles não morrerão no pecado, sem receber os sacramentos, tornando-se meu Coração refúgio para eles, naqueles momentos extremos”. É a promessa da salvação eterna.
É o próprio Deus que, para nos salvar e nos cumular de graças e de felicidade, convida-nos a ama- Lo, prometendo-nos, por intermédio de Santa Margarida : “Por meio dessa amável devoção, os leigos encontrarão todo o socorro necessário a seu estado, ou seja, a paz em suas famílias, o alívio em seus trabalhos, as benção do céu em todos os seus empreendimentos, a consolação em suas misérias; encontrarão no Sagrado Coração o lugar de refúgio, durante toda sua vida e, principalmente, na hora da morte”.
E o Papa João Paulo II reforçou esse sagrado convite proclamando : “A nova evangelização, à luz do Sagrado Coração de Jesus, deve conscientizar o mundo de que o cristianismo é a religião da misericórdia, do amor”. E o Bispo francês Dom Bougaud : “A devoção ao Sagrado Coração de Jesus foi a maior explosão de luz que o mundo viu e conheceu, após o Pentecostes”. Ser devoto do Coração de Jesus é um jeito de ser Igreja, é a rota segura, abençoada de felicidade, paz e realização. Abrace agora o Santo Coração de Deus.
AS PROMESSAS DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO AOS DEVOTOS DE SEU SACRATÍSSIMO CORAÇÃO
1. Eu darei aos devotos do meu Coração todas as graças necessários a seu estado.
2. Trarei e conservarei a paz em suas famílias.
3. Consolá-los-ei em todas as suas aflições.
4. Ser-lhe-eis refúgio seguro na vida, e principalmente na morte.
5. Lançarei bênçãos abundantes sobre as suas empresas.
6. Os pecadores acharão em meu coração a fonte e o oceano das misericórdias.
7. As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas.
8. As almas fervorosas elevar-se-ão, em pouco tempo, a uma alta perfeição.
9. A minha benção pousará sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem do meu Sagrado Coração.
10. Darei aos sacerdotes o poder de tocar os corações mais endurecidos.
11. As pessoas que propagarem esta devoção terão seus nomes inscritos para sempre em meu Coração.
12. A todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses seguidos, darei a graça de perseverança final e da salvação eterna.
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DEVOÇÃO AO SACRATÍSSIMO CORAÇÃO DE JESUS
23 de mar. de 2012
28 de fev. de 2012
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